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01 · Dia Internacional da Luta contra a AIDS
01 · Dia do Imigrante 01 · Dia do Numismata 02 · Dia Nacional do Samba 02 · Dia da Astronomia 02 · Dia Pan-americano da Saúde 02 · Dia Nacional das Relações Públicas 03. Dia Internacional do Portador de Deficiência 04 · Dia da Propaganda 04 · Dia do Pedicuro 04 . Dia do Orientador Educacional 08 · Dia Mundial da Imaculada Conceição 08 · Dia da Família 08 · Dia da Justiça 09 · Dia da Criança Especial 09 · Dia do Fonoaudiólogo 09 · Dia do Alcoólico Recuperado 10 · Declaração Universal Direitos Humanos |
10 · Dia
Internacional dos Povos Indígenas
10 · Dia Universal do Palhaço 11 · Dia do Arquiteto 11 · Dia do Engenheiro 13 · Dia do Cego 13 · Dia do Marinheiro 13 · Dia do Ótico 13 . Dia de Santa Luzia 13 . Dia do Engenheiro Avaliador e Perito de Engenharia 14 . Dia Nacional do Ministério Público 16 · Dia do Reservista 18 . Dia do Museólogo 20 · Dia do Mecânico 21 · Dia do Atleta 22 · Início do verão 23 · Dia do Vizinho 24 · Dia do Órfão 25 · Natal 26 · Dia da Lembrança 28 · Dia do Salva-vidas 31 · Dia de São Silvestre 31 · Reveillon
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Datas Comemorativas de Dezembro/14
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Datas comemorativas
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Datas Comemorativa Novembro/14
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01 · Dia de Todos os Santos
02 · Dia de Finados 03 · Dia do Cabeleireiro 03 · Instituição do Direito e Voto da Mulher (1930) 04 · Dia do Inventor 05 · Dia da Ciência e Cultura 05 · Dia do Cinema Brasileiro 05 · Dia do Radioamador e Técnico Eletrônica 05 . Dia Nacional do Designer 07. Dia do Radialista 08 · Dia Mundial do Urbanismo 08 . Dia do Radiologista 09 · Dia do Hoteleiro 10 · Dia do Trigo 11 · Dia do Soldado Desconhecido 12 . Dia do Diretor de Escola 12 · Dia do Supermercado 14 · Dia Nacional da Alfabetização |
15 · Proclamação
da República
16 · Semana da Música 17 . Dia da Criatividade 18 . Dia do Conselheiro Tutelar 19 · Dia da Bandeira 20 · Dia do Auditor Interno 20 · Dia Nacional da Consciência Negra 20 . Dia do Esteticista 20 . Dia do Biomédico 20 . Dia do Técnico em Contabilidade 21 · Dia da Homeopatia 21 · Dia das Saudações 22 · Dia do Músico 25 · Dia Nacional do Doador de Sangue 27 . Dia do Técnico da Segurança do Trabalho 28 · Dia Mundial de Ação de Graças |
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Datas comemorativas
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Hino Nacional Brasileiro
Hino Nacional do Brasil
A história do Hino Nacional do Brasil é pouco divulgada e geralmente se restringe a breves comentários sobre os autores da letra, Joaquim Osório Duque Estrada, e da música, Francisco Manuel da Silva.
O Hino Nacional Brasileiro e a Bandeira Brasileira simbolizam o nosso país
A História do Hino Nacional do Brasil é recheada de fatos
interessantes, mas infelizmente pouco divulgados. Tradicionalmente, o
que sabemos sobre o Hino é referente aos autores da letra e da música.
A letra foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada e a música,
elaborada por Francisco Manuel da Silva. O Hino Nacional Brasileiro foi
criado em 1831 e teve diversas denominações antes do título, hoje,
oficial. Ele foi chamado de Hino 7 de abril (em razão da abdicação de D.
Pedro I), Marcha Triunfal e, por fim, Hino Nacional.
Com o advento da Proclamação da República e por decisão de Deodoro da
Fonseca, que governava de forma provisória o Brasil, foi promovido um
Grande Concurso para a composição de outra versão do Hino. Participaram
do concurso, 36 candidatos; entre eles Leopoldo Miguez, Alberto
Nepomuceno e Francisco Braga.
O vencedor foi Leopoldo Miguez, mas o povo não aceitou o novo hino, já
que o de Joaquim Osório e Francisco Manuel da Silva havia se tornado
extremamente popular desde 1831. Através da comoção popular, Deodoro da
Fonseca disse: “Prefiro o hino já existente!”. Deodoro, muito
estrategista e para não contrariar o vencedor do concurso, Leopoldo
Miguez, considerou a nova composição e a denominou como Hino da
Proclamação da República.
Decreto 171, de 20/01/1890:
"Conserva o Hino Nacional e adota o da Proclamação da República."
O Governo Provisório da República dos Estados Unidos do Brasil constituído pelo Exército e Armada, em nome da Nação, decreta:
Art. 1º - É conservada como Hino Nacional a composição musical do maestro Francisco Manuel da Silva.
Art. 2º - É adotada sob o título de Hino da
Proclamação da República a composição do maestro Leopoldo Miguez,
baseada na poesia do cidadão José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros
Albuquerque.
É importante ressaltar que a canção que representa uma nação, como o
Hino Nacional do Brasil, exalta fatos acontecidos, simboliza todas as
lutas por ela passadas, carrega a identidade de um povo e a grande
responsabilidade de ser o porta-voz da Nação brasileira para o restante
do mundo.
Hino Nacional do Brasil
Letra de Joaquim Osório Duque Estrada
Música de Francisco Manuel da Silva
Parte I
Letra de Joaquim Osório Duque Estrada
Música de Francisco Manuel da Silva
Parte I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heroico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
De um povo heroico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao sol do Novo Mundo! Do que a terra, mais garrida, Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; "Nossos bosques têm mais vida", "Nossa vida" no teu seio "mais amores." Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro dessa flâmula - "Paz no futuro e glória no passado.” Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte. Terra adorada, Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!
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Hinos Pátrios
Hino da Proclamação da República
Hino da Proclamação da República
Hino da Proclamação da República - um dos mais significativos símbolos que representam a proclamação do regime republicano brasileiro.
O Hino da Proclamação da República foi inicialmente pensado como o novo Hino Nacional.
Assim que tomou o lugar' do
regime monárquico, os republicanos se preocuparam em estabelecer novos
símbolos que tivessem a função de representar a transformação política
acontecida no final do século XIX. Já em janeiro de 1890, o governo
provisório do Marechal Deodoro da Fonseca lançou um concurso visando a
oficialização de um novo hino para o Brasil. Com isso, o Teatro Lírico
do Rio de Janeiro foi palco da disputa que acabou sendo vencida por José
Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque (1867 – 1934)
(letra) e Leopoldo Miguez (1850 - 1902) (música).
Atuando como professor, jornalista, escritor e político, Medeiros e Albuquerque teve uma formação intelectual privilegiada, estudou na Escola Acadêmica de Lisboa e teve, no Brasil, o folclorista Silvio Romero como seu preceptor. No meio político foi um grande entusiasta do ideal republicano e, quando o novo regime se instalou, Medeiros e Albuquerque assumiu alguns cargos públicos e administrativos do novo governo.
Já Leopoldo Miguez saiu cedo do Brasil e, já nos primeiros anos de vida, se dedicou aos estudos musicais na Europa. Em 1878, voltou ao Rio de Janeiro para abrir uma loja de pianos e música. Sendo professo defensor da República, recebeu auxílio para retornar para a Europa e ali concentrar informações sobre a organização de institutos e conservatórios musicais. Em 1889, fora nomeado como diretor e professor do Instituto Nacional de Música.
Mesmo ganhando a disputa, o hino formado por esses renomados artistas acabou não sendo utilizado como o novo hino do país. Em um decreto de janeiro de 1890, o governo brasileiro estipulou que a criação fosse empregada como sendo o Hino de Proclamação da República. Desse modo, a composição acabou sendo conservada como um dos mais significativos símbolos que representam a proclamação do regime republicano brasileiro.
No ano de 1989, a escola de samba Imperatriz Leopoldinense comemorou o centenário da República utilizando uma parte do refrão do Hino em seu samba enredo. Muito pouco utilizado em solenidades oficiais, esse hino precisa ser resgatado como um dos mais significativos símbolos de nosso regime político. Segue abaixo a letra para aqueles que tiverem interesse em contemplar o seu conteúdo.
Seja um pálio de luz desdobrado.
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperança, de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Atuando como professor, jornalista, escritor e político, Medeiros e Albuquerque teve uma formação intelectual privilegiada, estudou na Escola Acadêmica de Lisboa e teve, no Brasil, o folclorista Silvio Romero como seu preceptor. No meio político foi um grande entusiasta do ideal republicano e, quando o novo regime se instalou, Medeiros e Albuquerque assumiu alguns cargos públicos e administrativos do novo governo.
Já Leopoldo Miguez saiu cedo do Brasil e, já nos primeiros anos de vida, se dedicou aos estudos musicais na Europa. Em 1878, voltou ao Rio de Janeiro para abrir uma loja de pianos e música. Sendo professo defensor da República, recebeu auxílio para retornar para a Europa e ali concentrar informações sobre a organização de institutos e conservatórios musicais. Em 1889, fora nomeado como diretor e professor do Instituto Nacional de Música.
Mesmo ganhando a disputa, o hino formado por esses renomados artistas acabou não sendo utilizado como o novo hino do país. Em um decreto de janeiro de 1890, o governo brasileiro estipulou que a criação fosse empregada como sendo o Hino de Proclamação da República. Desse modo, a composição acabou sendo conservada como um dos mais significativos símbolos que representam a proclamação do regime republicano brasileiro.
No ano de 1989, a escola de samba Imperatriz Leopoldinense comemorou o centenário da República utilizando uma parte do refrão do Hino em seu samba enredo. Muito pouco utilizado em solenidades oficiais, esse hino precisa ser resgatado como um dos mais significativos símbolos de nosso regime político. Segue abaixo a letra para aqueles que tiverem interesse em contemplar o seu conteúdo.
Seja um pálio de luz desdobrado.
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperança, de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
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Hinos Pátrios
Hino e Histórico Hino da Independência
Hino da Independência
Pintura em que D. Pedro I realiza a execução da peça musical dedicada ao Hino da Independência
Se a arte imita a vida,
podemos notar que a história do Hino da Independência foi tão marcada de
improviso como a ocasião em que o príncipe regente oficializou o fim
dos vínculos que ligavam Brasil a Portugal. No começo do século XIX, o
artista, político e livreiro Evaristo da Veiga escreveu os versos de um
poema que intitulou como “Hino Constitucional Brasiliense”. Em pouco
tempo, os versos ganharam destaque na corte e foram musicados pelo
maestro Marcos Antônio da Fonseca Portugal (1760-1830).
Aluno do maestro, Dom Pedro I já
manifestava um grande entusiasmo pelo ramo da música e, após a
proclamação da independência, decidiu compor uma nova melodia para a
letra musicada por Marcos Antônio. Por meio dessa modificação, tínhamos a
oficialização do Hino da Independência. O feito do governante acabou
ganhando tanto destaque que, durante alguns anos, Dom Pedro I foi dado
como autor exclusivo da letra e da música do hino.
Abdicando do governo imperial em 1831,
observamos que o “Hino da Independência” acabou perdendo prestígio na
condição de símbolo nacional. Afinal de contas, vale lembrar que o
governo de Dom Pedro I havia sido marcado por diversos problemas que
diminuíram o seu prestígio como imperador. De fato, o “Hino da
Independência” ficou mais de um século parado no tempo, não sendo
executado em solenidades oficiais ou qualquer outro tipo de
acontecimento oficial.
No ano de 1922, data que marcava a
comemoração do centenário da independência, o hino foi novamente
executado com a melodia criada pelo maestro Marcos Antônio. Somente na
década de 1930, graças à ação do ministro Gustavo Capanema, que o Hino
da Independência foi finalmente regulamentado em sua forma e autoria.
Contando com a ajuda do maestro Heitor Villa-Lobos, a melodia composta
por D. Pedro I foi dada como a única a ser utilizada na execução do
referido hino.
Já podeis, da Pátria filhos,Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Retirado no google
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Hinos Pátrios
Hino e Histórico da Bandeira Nacional
Hino da Bandeira Nacional
O hino à bandeira do Brasil se constituiu como elemento de formação da identidade nacional brasileira juntamente com outros símbolos, como a bandeira e o hino nacional.
A Construção da identidade nacional brasileira
As bandeiras e os hinos são
símbolos criados para representar um sentimento de unidade, de
patriotismo, ou seja, tais simbologias (mas não somente elas) criam um
sentimento de pertença de um determinado povo a uma nação, manifestando o
sentimento de nacionalidade, nacionalismo.
Após a proclamação da República no
Brasil, no ano de 1889, criou-se uma nova bandeira para representar a
nova fase da história brasileira. A bandeira do Brasil Império
(1822-1889) foi substituída pelo projeto de Raimundo Teixeira Mendes e
Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares, mas a inspiração dos autores
para produção da nova bandeira continuava sendo a bandeira do período
imperial desenhada pelo pintor francês Jean Baptiste Debret.
O hino é outro elemento simbólico de
uma nação. No Brasil, o primeiro hino surgiu após a Independência
brasileira, composto por D. Pedro I, tornou-se o Hino à Independência do
Brasil. O hino nacional surgiu com a música de Francisco Manoel da
Silva pelo decreto nº 171 do ano de 1890. A letra do hino foi escrita no
ano de 1909 por Osório Duque Estrada, foi oficializado como hino pelo
decreto nº 15.671, no ano de 1922 (Centenário da Independência). No ano
de 1906, apareceu pela primeira vez o hino à bandeira brasileira,
escrita pelo poeta Olavo Bilac, esse hino tornou-se mais um elemento
constituidor da identidade nacional brasileira.
Hino à Bandeira Nacional
Letra: Olavo Bilac
Música: Francisco Braga
Letra: Olavo Bilac
Música: Francisco Braga
| Salve, lindo pendão da esperança, Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença à lembrança A grandeza da Pátria nos traz. Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil! Em teu seio formoso retratas Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas matas, E o esplendor do Cruzeiro do Sul. Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil! |
Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever; E o Brasil, por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser. Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil! Sobre a imensa Nação Brasileira, Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada bandeira, Pavilhão da Justiça e do Amor! Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil, Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil! |
Leandro Carvalho
Mestre em História
Retirado no google
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Datas Comemorativas -Setembro/a4
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01 · Início da Semana da pátria
01 · Dia do Profissional de Educação Física 02 · Dia do Repórter Fotográfico 03 · Dia do Guarda Civil 03 · Dia do Biólogo 05 · Dia Oficial da Farmácia 05 · Dia da Amazônia 06 · Dia do Alfaiate 06 · Oficialização da letra do Hino Nacional 07 · Independência do Brasil 08 · Dia Internacional da Alfabetização 09 · Dia do Administrador 09 · Dia do Médico Veterinário 09 · Dia da Velocidade 10 · Fundação do 1º Jornal do Brasil 12 . Dia do operador de rastreamento 14 · Dia da Cruz 14 · Dia do Frevo 15 . Dia do Cliente 15 . Dia Nacional do Musicoterapeuta 16 · Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio 17 · Dia da Compreensão Mundial 18 · Dia dos Símbolos Nacionais 19 · Dia de São Geraldo 19 · Dia do Teatro |
20 · Dia do
Funcionário Municipal
20 · Dia do Gaúcho 21 · Dia da Árvore 21 · Dia do Fazendeiro 21 . Dia da Luta Nacional das Pessoas com Deficiências 22 · Data da Juventude do Brasil 22. Dia do Contador 23. Início da Primavera 23 · Início da primavera 23 · Dia do Soldador 23. Dia do Técnico Industrial e do Técnico em Edificações 23 . Dia do sorvete 25 · Dia Nacional do Trânsito 26 · Dia Interamericano das Relações Públicas 26. Dia Nacional do Surdo 27 · Dia de Cosme e Damião 27 · Dia do Encanador 27 · Dia Mundial de Turismo 28 · Dia da Lei do Ventre Livre 29 · Dia do Anunciante 29 · Dia do Petróleo 30 · Dia da Secretária 30 · Dia da Navegação 30 · Dia Mundial do Tradutor 30 · Dia Naciona
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